A estrutura
por trás da operação.

Antes de automatizar, é preciso definir de onde vem a informação, quem decide, o que pode ser executado e como revisar cada ação. Essas escolhas orientam o desenho do sistema.

Organização do sistema

Quatro camadas.
Responsabilidades explícitas.

O desenho parte do processo e dos sistemas que já existem. Cada camada resolve uma questão diferente; as permissões e os registros acompanham o conjunto.

01Dados e contextoQuais informações sustentam a tarefa?

Fontes, documentos e bases são identificados com sua origem, frequência de atualização e regras de acesso. O contexto disponível ao agente precisa respeitar as permissões da pessoa ou do processo.

Definir
A fonte de referência, o responsável por mantê-la e os critérios de qualidade da informação.
Validar
O comportamento quando um dado está ausente, desatualizado ou não pode ser consultado.
Arquitetura de dados
02Decisão e agentesQuem interpreta e escolhe o próximo passo?

Cada agente recebe uma tarefa delimitada, instruções e ferramentas compatíveis. A coordenação estabelece quando consultar outro agente, devolver uma resposta ou encaminhar uma dúvida para uma pessoa.

Definir
As entradas, a resposta esperada, as ferramentas autorizadas e os pontos de transferência de responsabilidade.
Validar
Exemplos reais do negócio, incluindo solicitações ambíguas, respostas incorretas e situações fora do escopo.
AI Engineering
03Execução e integraçõesComo a decisão vira uma ação no sistema?

As integrações transformam tarefas autorizadas em consultas ou alterações nos sistemas. Uma solicitação aceita precisa ter um resultado verificável, inclusive quando há falha, demora ou repetição de uma chamada.

Definir
As operações disponíveis, as credenciais de acesso, os tempos de espera e o limite de tentativas.
Validar
Falhas de conexão, permissões negadas e reenvios que poderiam duplicar um registro ou uma ação.
Automação empresarial
04Políticas e registrosQuais limites precisam ser respeitados?

Permissões, aprovações e histórico atravessam as outras camadas. A operação precisa saber quem pode autorizar uma ação, o que deve ficar registrado e quando suspender o fluxo para revisão.

Definir
As ações permitidas, os responsáveis pelas exceções e quais dados podem ser mantidos nos registros.
Validar
A identificação de quem aprovou, o resultado de cada integração e o procedimento para interromper ou retomar uma tarefa.
Detalhar os controles do processo

Limites na prática

Uma requisição de compra.
Três regras claras.

Neste exemplo, o agente organiza a solicitação e a integração prepara o pedido. A autorização para emitir continua com o responsável pela compra.

Cenário ilustrativo. As permissões e alçadas de um projeto são definidas conforme as regras da operação.

Pode preparar
Consultar o catálogo autorizado, conferir campos obrigatórios e criar uma requisição em rascunho.
Precisa de aprovação
Emitir o pedido no sistema de compras. A ação aguarda a aprovação do responsável, vinculada àquela requisição.
Fica fora do escopo
Cadastrar um fornecedor, alterar dados bancários ou efetuar um pagamento. Essas operações não fazem parte das permissões do agente.

E quando falta informação?

Se o centro de custo não estiver disponível ou a aprovação não puder ser confirmada, o pedido permanece pendente e a solicitação segue para o responsável. O registro deve mostrar a causa da interrupção e o que falta resolver.

Critérios de implantação

Antes de entrar
em produção.

Um processo delimitado permite avaliar o funcionamento antes de ampliar o uso. Estes pontos ajudam a definir o escopo inicial e as condições para colocá-lo em operação.

  1. Um processo com responsável

    Início, resultado esperado e limites identificados, com alguém da operação disponível para esclarecer regras e validar casos.

  2. Acesso viável aos dados e sistemas

    Fontes conhecidas, permissões de uso e integrações disponíveis, com um ambiente adequado para testar as ações previstas.

  3. Critérios de aceitação

    Exemplos representativos e uma forma acordada de avaliar correção, tempo de resposta, custo de execução e necessidade de revisão.

  4. Tratamento das exceções

    Responsáveis por aprovações e falhas, limites de novas tentativas e um procedimento para manter o trabalho quando a automação for interrompida.

  5. Acompanhamento após a entrada em uso

    Registros acessíveis aos responsáveis, revisão dos resultados e um processo para avaliar mudanças em regras, fontes e integrações.

Definição do projeto

Qual processo precisa
desse desenho?

Traga os sistemas envolvidos, a etapa que exige trabalho manual e as decisões que precisam de aprovação. Isso ajuda a delimitar o primeiro escopo.

Preparar briefing de arquitetura